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   CLUBE VETERANOS DE FÁTIMA  
as nossas VIAGENS pelo mundo

  • VIAGEM À ILHA DA MADEIRA
  • VIAGEM À ILHA DE S. MIGUEL - AÇORES
  • VIAGEM A LONG BRANCH - USA 

1ª VIAGEM DOS VETERANOS À ILHA DA MADEIRA

 

 

1 - 3/11/2002

 

 

 

Seria a primeira vez que os veteranos iam sair do Continente, e foi com algum entusiasmo e euforia que recebemos o comunicado da direcção a dar-nos conta do programa e o preço da viagem.

 

 

O convite veio da parte do Nacional (pretos-brancos) como e conhecido, e seria para participar no 1º Torneio de Futebol Veterano "ANDORINHAS NO OUTONO'', com 4 equipas: Veteranos Fatima, Nacional, U. D. Santana, C. F. Andorinha.

 

 

Feitas as inscrições, lá se arranjou uma comitiva de 49 pessoas, sendo 26 veteranos, e o restante composto por familiares, e lá fomos nós para a 1ª aventura.

 

 

O torneio não nos correu da melhor forma, pois ficamos em 4º lugar, mas isso não nos tirou alegria e a boa disposição para o convivio que houve a seguir ao final do torneio. Cantamos, dançamos, demos asas a nossa alegria e conseguimos contagiar os outros grupos para que a festa tivesse mais brilho e durasse mais tempo (como é habito).

 

 

Passado o torneio, onde realmente houve um bom espectaculo de promoção à modalidade e ao mesmo tempo um agradavel convivio social, restava-nos o ultimo dia para conhecer a ilha, pois a organização do torneio teve o cuidado de arranjar autocarro, cedido pela J. Freguesia de Santa Cruz.

 

 

O almoço em Santana, foi oferecido pela Câmara Municipal e pela J. Freguesia local. Ao final da tarde tivemos uma pequena surpresa. O Luis Bigodes (nosso Veterano) tendo uma prima em Santa Cruz, fez questão de nos convidar para lanchar. Sabem como é..., primeiro não, depois talvez, ate que insistiram mais uma vez, e la fomos, "muito contrariados", onde passámos o resto do tempo ate a hora de apanhar o avião.

 

 

Tivemos como guia, o simpatico GONÇALVES do Nacional, pessoa muito culta que teve paciencia de nos "aturar" sem se chatear. Desta nossa viagem ficou uma amizade muito grande com toda a gente, mas com o pessoal do Andorinha foi diferente, não sabemos porquê, mas ficou..., e eles ficaram logo a programar uma data para nos visitar.

 

 

Fizemos as despedidas, com alguma emoção à mistura, mas o melhor (ou o pior) estava para acontecer...

 

 

Chegados ao aeroporto da Portela as nossas bagagens não apareceram, ate que, depois de muita confusão, alguem nos informou que tinham ido por engano para o aeroporto Sa Carneiro.

 

 

Foi o fim da macacada, uns ralhavam, outros gritavam, alguns choravam, ate as obras do aeroporto pararam, veio reforço policial e passadas algumas horas la a coisa se resolveu. Metade da comitiva veio para Fatima num autocarro e a outra metade foi para o Hotel Roma. Tudo isto... à conta do Ze Povinho.

 

 

As bagagens dos passageiros que regressaram a Fatima, foram entregues em casa, passados um ou dois dias. Os "artistas" que ficaram no Hotel, puderam ir levanta-las na 2a feira, depois de tomarem o pequeno-almoço buffet, (a grande e a francesa)

 

 

Foram as bagagens levantadas e retomámos o caminho para Fatima. O almoço estava reservado na Adega Lains e um dia que devia ser de trabalho, transformou-se ao inicio em pesadelo. Felizmente, acabou por ser uma ""brincadeira engraçada"", e logo a partir deste momento ficou a ideia de um dia voltarmos à ILHA DA MADEIRA.

 

Fim da 1ª aventura dos ""turistas Veteranos"" e familias......

J. Russo

 

 


 

 

 

VIAGEM à ILHA DE S. MIGUEL – AÇORES

 

 

Outubro 2004

 

Passados os 2 anos que fizemos a viagem pela primeira vez, aí íamos nós para a 2ª aventura. Com um grupo composto por 44 pessoas, sendo 22 (jogadores) veteranos, algumas esposas e 2 casam convidados. O nosso contacto foi feito com o SANTA CLARA (Velhas - Guardas), que na pessoa do Sr. João Bettencourt, nos fez chegar um programa bastante aliciante. De 2 a 4 de Outubro de 2004.

 

1º Dia

 

Chegados ao hotel, fomos presenteados com um passeio. Muito bonito mas, devido ao cansaço da viagem, também bastante cansativo. O almoço foi um pouco tarde. Foi um bom almoço, mas talvez, não o ideal para um dia de jogo. No final da tarde, às 18h00, ainda um pouco empanturrados, lá fomos nós defrontar os nossos anfitriões, que se apresentaram na máxima força. Brindaram-nos com 5 golos, e com muita pena nossa, ficaram sem resposta. Todavia, deixámos com certeza uma boa imagem, pois o importante é que, ninguém se magoou. A terceira parte foi na sede do clube, e aí como de costume, mais uma vez brilhámos. Não deixámos os créditos por mãos alheias e, desde o brindar, ao cantar e às anedotas foi um pulinho. A sala ficou contagiada de boa disposição e durou, como sempre, até altas horas da noite.

 

2º Dia

 

Fomos visitar o resto da ilha, acompanhados pelos Veteranos do SANTA-CLARA que com as suas famílias nos proporcionaram um passeio maravilhoso. Não faltou o cozido à portuguesa confeccionado debaixo da terra (nas furnas). Durante o almoço houve um episódio engraçado: O Rui Pena, na sua inocência, pergunta a um dos amigos Açoreanos, se a escrita deles seria como a fala… Teve uma resposta imediata e com muita simpatia.”…- Nós escrevemos Português!”. Como é de calcular, o Rui Pena ficou um pouco envergonhado, e o resto da malta partiu o caco a rir, a piada durou até ao final da noite. No final da tarde, tivemos mais um episódio muito engraçado. Houve um, dos amigos Açoreanos, que perguntava onde estaria o pessoal de Fátima, e o Mateus, muito perspicaz respondeu: “…-se houver por aí perto uma placa da Olá ou da Delta, eles estão lá de certeza, eles só bebem!”. Foram à nossa procura e de facto encontraram-nos. Assim se passou um dia fantástico na companhia de pessoas humildes e alegres como nosso grupo.

 

3º Dia e último

 

Foi um dia livre. Cada um fez o que entendeu. Uns levantaram-se cedo para ir às compras, outros foram para a praia e outros ainda ficaram a dormir. No entanto o Carlinhos, foi á localidade de RABO de PEIXE à procura de algo. Nem ele sabia muito bem o que procurava, mas sentia que lhe faltava qualquer coisa, e tinha que fazer aquela viagem.

 

Chegada a noite, passámos às despedidas com alguma emoção. Regressámos ao aeroporto onde o avião, chamado ILHA TERCEIRA, nos esperava para o regresso. Resta-nos agradecer a maneira de como nos trataram e esperamos poder recebe-los, da mesma forma, cá no Continente.

UM BEM-HAJA A TODOS.

 

 

 

 

 

 

LONG BRANCH

 

 

 

8 a 15 / 4 / 2006

Episódios da viagem

Dia 8- A viagem

 

 

 

Era uma comitiva de 7 casais, 6 individuais, num total de 22 turistas. Já com algumas horas de voo, houve-se no microfone do avião: atenção, o passageiro nº 269 é favor de se acalmar, porque se não entra em acção a segurança de bordo. Durante 1 ou 2 minutos houve silêncio, toda a tripulação procurava o tal passageiro. E quem haveria de ser? O Rui Cabrita pois claro. Como trabalha em madeira, esqueceu-se de deixar o bicho em Portugal. Ele pulava, saltava, virava-se de um lado para o outro, enfim, fazia tudo menos… estar sossegado. Á hora do almoço, alguém se lembra de fazer um brinde. Com um pouco de medo das reacções, lá erguemos os copos, e cantámos o nosso famoso “”hino ao vinho”. No final houve muitas palmas, pediram para repetir e ainda disponibilizámos a letra às hospedeiras e a alguns passageiros. Finalmente, com a tripulação do nosso lado não nos faltou vinho, cerveja, whisky. Com estas iguarias todas, a viagem fez-se num ápice.

Dia 9- jogo com as Velhas Guardas de LONG BRANCH

 

 

 

Na manhã seguinte, um pouco cansados da viagem e da noite, lá fomos nós jogar. Estava um dia de sol enganador, pois fazia um frio de rachar. Com o campo irregular e uma bola redonda e teimosa, tivemos algumas dificuldades, pois ela (a bola) só queria entrar na nossa baliza. Foram só 7 vezes. Naquela manhã deparámo-nos com uma serie de situações fora do normal, ora vejam: O Aldino não jogou, tinha sinusite; O Rui Pena não jogou, doía-lhe o braço (esteve toda a noite a dançar com uma brasileira de 75kg); O Brasuca, não estava habituado a jogar de manhã; O Constantino, estava empanturrado com as sandes do Natálio; O Manel do Leite, ferrou-se durante a noite; O Oliveira estava nervoso, pois nessa noite, por engano, activou o alarme do Hotel e por momentos esteve preso com a esposa; O Maia, imitou o Manel do Leite, O Carlinhos, estava cansado pois esteve toda a noite a tocar acordeão; O Tiago ainda não tinha conseguido “evaCUar”; O Manso estava chateado, não soube onde era o baile; O Cabrita estava de ressaca; O Mané “idém-idém” com o Manel do Leite. Assim, foi muito difícil travar a equipa adversária. Haaaaaaaa, já me esquecia…. O Toino Carlos era o massagista, mas não conseguiu evitar que o Jorge Russo vomitasse antes, durante, e depois do jogo (só porque não se adaptou às comidas de lá, claro!). Mas o resultado não nos tirou a boa disposição e a prova é que, durante o almoço, que foi cozido á portuguesa acompanhado por um bom tinto alentejano, os nossos óóós…. E as canções que fazem parte do nosso reportório, contagiaram a sala toda. Foi um convívio tão agradável, que em certa altura já não se sabia quem eram os turistas ou residentes. Pois eles já cantavam como nós.

 

 

Como devem calcular, o convívio prolongou-se até ao jantar, pois não havia pressa de nenhuma das partes.




Dia 10- visita à ESTÁTUA DA LIBERDADE

 

 

Estávamos encantados com tudo o que víamos à nossa volta, o tempo passou e a barriga começava a dar horas e ninguém falava no almoço. Até que o amigo Tó-Lis nos deu o recado: …”- hoje só comem às 17h e é no chinês”.

 

Chegados ao tal “restaurante Chinês” qual não foi a nossa admiração! As bebidas tinham que se comprar no super-mercado ao lado e, logo ali, para tal, se arranjou um trio “maravilha”: Jorge Russo, Rui Cabrita e Rui Pena. Trouxeram 3 garrafões de vinho (9 Lt.) e uma grade de cerveja. Toda a comitiva achou demasiado, mas certo é, que o Rui Cabrita teve que lá voltar, e trazer mais 1 garrafão (3 Lt.), para saciar a sede a alguns venenosos.

Dia 11- visita a NOVA YORK

 

 

Com uma viagem de 1hora de barco, chegámos a MANHATTAN. Tivemos como guias, o amigo Tó-Lis, a esposa e a filha. Logo ali sentimos que estávamos noutro planeta, pois via-se muita gente, muitos carros, prédios muito altos, bombeiros e polícia com sirenes ligadas. Era um outro mundo para nós, parecia estarmos dentro de um filme Americano, sem dúvida. Visitámos o lugar onde existiam as torres gémeas, e fomos até à BRODWAY, onde jantámos e onde pudemos matar a sede. OS quiosques que vimos durante a tarde só tinham águas, sumos e colas, mas de cerveja não havia rastos. O nosso povo não está habituado a bebidas com corantes e cafeína, e só por isso, as saudades do nosso cantinho eram imensas. Para apanhar o barco de volta, tivemos que dar corda aos sapatos, porque, como sempre aconteceu, o nosso jantar teve direito a espectáculo de canto e dança.

 

Pela 5ª AV. e CENTRAL PARK passámos a correr, quase nem deu bem para ver a sua dimensão, Mas que eram grandes, lá isso eram, em todos os sentidos. Já de volta, no bar do barco, bebemos mais umas cervejolas para colmatar as falhas da tarde. Desembarca-mos todo, todos não… o Carlinhos, que se fez passar por Deputado da Moita que vinha em plena cavaqueira com duas beldades americanas (70 anos cada), não se apercebeu da hora de sair, e foi rumo a outro porto. Valeu-lhe, a ele e a nós, a intervenção do amigo Tó-Lis, que telefonou de imediato para o outro porto e para o barco, para lhe darem conta da situação. Conta quem o foi buscar, que o apanhou triste, desolado, a chorar e com as “calças molhadas”. Só de pensar que poderia nunca mais, ver o seu cão! …cadela!

Dia 12- visita a ATLANTIC CITY (casinos)

 

 

O Rui Pena foi um dos que ganhou, trouxe mais dinheiro do que levou. Ainda lhe deu para as prendas. Tudo ali, foi bonito de se ver. Como era tão fácil pôr lá o dinheiro, só que foram poucas as vezes que o vimos sair. No entanto, era impressionante ver pessoas em cadeiras de rodas, com baldes de dinheiro a passarem ali o seu tempo, com uma alegria enorme. Só grandes cidades e Países, podem suportar estes jogos. A noite acabou em casa do Natálio, pois o seu caseiro (Constantino), tinha alguma coisa preparada para a nossa chegada.


Dia 13-visita (de comboio) a NOVA YORK

 

 

Neste dia nem toda a gente foi fazer a visita. Também houve, quem ficasse a recuperar da noite (GOUGOU). A viagem demorou cerca de 1 hora, mas para quem faz aquela viagem todos os dias, pareceu-lhe uma eternidade. Foi tamanha a algazarra naquele comboio que alguns passageiros murmuravam indignados: quem são estes que têm a fala esquisita? (em inglês claro). A malta ria que partia, era um daqueles dias em que o simples facto de abrir a boca, fazia rir. Chegados a NOVA YORK e o grupo desfez-se, uns para um lado, outros para outro. Cada um seguiu o seu destino. O Aldino, rato que é e já a pensar no almoço, encostou-se ao Constantino (caseiro da casa do Natálio). Pois o Constantino levava a mochila bem cheia de sandes e cerveja, e por serem muito amigos, (há até quem diga que andaram de mão dada), o Aldino não lhe tirou a vista de cima. De regresso a LONG BRANCH, tínhamos à nossa espera uma brincadeira com bola, só com o intuito de ganharmos um petisco na sede do clube. A noite para alguns acabou com muita brincadeira na casa do Natálio. E para os outros?...

Dia 14 -visita à praia de LONG BRANCH e compras

 

 

Já com a preocupação em fazer as malas, este dia foi de relaxe. Fizemos as compras de manhã e almoçámos no chinês (o tal do 1º dia). Desta vez nem chegámos a beber metade, em relação ao primeiro dia. Deixámos o chefe de sala tão admirado, que até nos perguntou se estávamos doentes. Mas a nossa explicação foi simples. A viagem não tardava e teria de ser feita com responsabilidade. À tarde fomos ver a praia, por sinal muito bonita, pois tinha sido restaurada há pouco tempo pelos irmãos “PAX”. Ficámos a saber que em época balnear, quem quiser fazer praia, tem que pagar. Facto muito esquisito para nós, mas quem sabe, se esta legislação não será a adequada para a protecção das praias? Que afinal, é um dever de todos. Neste dia o jantar foi livre (para alguns), porque a maioria foi para casa, adivinhem de quem? Claro, para casa do Natálio. Juntámo-nos todos na sede do clube, pois era, com muita pena, a nossa última noite. E, deixem-me dizer….que noite!

Dia 15- regresso a PORTUGAL

 

 

De malas feitas e tudo em ordem, tivemos o almoço perto da praia oferecido pelos irmãos PAX. Apresentaram-nos uma ementa bem Portuguesa. Bacalhau á lagareiro com batatas a murro. Uma delícia! E de repente, deu para matarmos um pouco as saudades do nosso cantinho e dos nossos pratos deliciosos. Despedidas feitas com muita emoção, e lá fomos nós em direcção àquela que seria a nossa ultima viagem, rumo a casa. No entanto enfrentámos um contratempo. A esposa do Oliveira sentiu-se mal, fez uma reacção alérgica. Foi prontamente socorrida, no entanto, nem ela nem o Oliveira, conseguiram embarcar no mesmo voo. Felizmente regressaram 2 horas mais tarde. Ao contrário da viagem para lá, esta fez-se com muito mais calma, pois o fim de uns dias maravilhoso trouxe-nos alguma nostalgia e com o cansaço toda a gente dormia. De vez em quando lá se ouvia (com algum constrangimento), alguém ressonar mais alto. Era caso para dizer, e pensar: “-ESTES, VÊEM DA FESTA!”.

 

E, sem dúvida uma “FESTA” para recordar!

 

J.R.


 
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